Cloridrato De Paroxetina de 20ml da Geolab - Caixa 30 Comprimidos

Código: QCUVXPGYJ Marca:
Ops! Esse produto encontra-se indisponível.
Deixe seu e-mail que avisaremos quando chegar.

ADULTOS

Transtorno depressivo maior

  • Cloridrato de Paroxetina é indicado para o tratamento dos sintomas do transtorno depressivo maior.

Transtorno do pânico

  • Cloridrato de Paroxetina mostrou-se eficaz no tratamento do transtorno do pânico com e sem agorafobia.

Transtorno disfórico pré-menstrual

  • Cloridrato de Paroxetina é indicado para o tratamento do transtorno disfórico pré-menstrual (PMDD).

Transtorno de ansiedade social (fobia social)

  • Cloridrato de Paroxetina demonstrou ser eficaz no tratamento do transtorno de ansiedade social, ou fobia social. A eficácia dos comprimidos de Cloridrato de Paroxetina no tratamento de longa duração do transtorno de ansiedade social (fobia social) não foi avaliada. Portanto, se Cloridrato de Paroxetina tiver de ser administrado por períodos prolongados para tratamento desse transtorno, o médico deve reavaliar periodicamente a utilidade a longo prazo deste medicamento para cada paciente.

Crianças e adolescentes (menores de 18 anos)

  • Não é recomendado o uso de Cloridrato de Paroxetina, em qualquer de suas indicações, em crianças e adolescentes menores de 18 anos. A eficácia dos comprimidos de Cloridrato de Paroxetina não foi estudada em indivíduos dessa faixa etária. Estudos clínicos controlados do uso de Cloridrato de Paroxetina em comprimidos de liberação imediata em crianças e adolescentes com transtorno depressivo maior não demonstraram eficácia e não apoiam o uso de Cloridrato de Paroxetina no tratamento de crianças com depressão.

A segurança e a eficácia do Cloridrato de Paroxetina em crianças com menos que 7 anos de idade não foram avaliadas.

 

 

QUAIS AS CONTRAINDICAÇÕES DO CLORIDRATO DE PAROXETINA GEOLAB?

Cloridrato de Paroxetina é contraindicado para pacientes com conhecida hipersensibilidade à droga ou a qualquer componente do produto.

Cloridrato de Paroxetina não deve ser usado concomitantemente com inibidores da monoaminoxidase (MAO), incluindo a linezolida – antibiótico inibidor não seletivo e reversível da MAO e cloreto de metiltionina (azul de metileno),- nem no intervalo de até duas semanas após o término do tratamento com esses inibidores. Da mesma forma, os inibidores da MAO não devem ser iniciados no intervalo de até duas semanas após o término do tratamento com Cloridrato de Paroxetina.

Cloridrato de Paroxetina não deve ser usado concomitantemente com tioridazina, uma vez que, como outras drogas que inibem a enzima hepática CYP450 2D6, o Cloridrato de Paroxetina pode elevar os níveis plasmáticos da tioridazina. A administração de tioridazina isoladamente pode levar a prolongamento do intervalo QTc, com arritmia ventricular grave associada, como torsades de pointes, e a morte súbita.

Cloridrato de Paroxetina não deve ser usado concomitantemente com pimozida.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Categoria D de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

 

QUAIS AS REAÇÕES ADVERSAS E OS EFEITOS COLATERAIS DO CLORIDRATO DE PAROXETINA GEOLAB?

As reações adversas associadas ao uso de Cloridrato de Paroxetina são listadas abaixo. Algumas delas podem diminuir em intensidade e frequência com a continuidade do tratamento e geralmente não levam à sua suspensão.

As reações são classificadas, de acordo com sua frequência, como:

  • Muito comuns (>1/10);
  • Comuns (>1/100,<1/10);
  • Incomuns (>1/1.000,<1/100);
  • Raras (>1/10.000,<1/1.000);
  • Muito raras (<1/10.000), incluindo casos isolados.

 

Reações adversas comuns e incomuns foram geralmente determinadas com base em dados de segurança agrupados, obtidos de estudos clínicos com população >8.000 pacientes tratados com Cloridrato de Paroxetina e avaliados como de incidência excessiva em comparação com placebo. Os eventos raros e muito raros foram determinados, de modo geral, com base em informações obtidas no período de pós-comercialização e se referem mais à taxa de relatos do que à frequência real.

Reações muito comuns (>1/10)

  • Náusea;
  • Disfunção sexual.
  • Reações comuns (>1/100 e <1/10)
  • Aumento dos níveis de colesterol, diminuição do apetite;
  • Sonolência, insônia, agitação, sonhos anormais (inclusive pesadelos);
  • Vertigem, tremor, cefaleia;
  • Visão turva;
  • Bocejo;
  • Prisão de ventre, diarreia, vômitos, boca seca;
  • Sudorese;
  • Astenia, ganho de peso corporal.

 

Reações raras (>1/10.000 e <1.000)

  • Hiponatremia (relatada predominantemente em pacientes idosos e, algumas vezes devido à síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético - SIADH);
  • Reações maníacas;
  • Convulsões, acatisia, síndrome das pernas inquietas (SPI);
  • Elevação das enzimas hepáticas;
  • Hiperprolactinemia/galactorreia, distúrbios menstruais (incluindo menorragia, metrorragia e amenorreia).

 

Reações muito raras (<1/10.000)

  • Trombocitopenia;
  • Reação alérgica grave (inclusive reações anafiláticas e angioedema);
  • Síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético (SIADH);
  • Síndrome serotoninérgica (cujos sintomas podem ser agitação, confusão, sudorese, alucinações, hiperreflexia, mioclonia, taquicardia e tremores);
  • Glaucoma agudo;
  • Sangramento gastrintestinal;
  • Eventos hepáticos (como hepatite, às vezes associada a icterícia e/ou falha hepática);
  • Reações cutâneas graves (incluindo eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica), urticária, reações de fotossensibilidade;
  • Edema periférico.

 

Há um aumento do risco de ocorrência de fratura óssea em pessoas que tomam Cloridrato de Paroxetina. Esse risco é maior durante as primeiras fases do tratamento.

Sintomas observados na descontinuação do tratamento com Cloridrato de Paroxetina

Comuns

  • Vertigem, distúrbios sensoriais, distúrbios do sono, ansiedade, cefaleia.

Incomuns

Agitação, náusea, tremor, confusão, sudorese, diarreia. Como ocorre com muitos medicamentos psicoativos, a descontinuação do Cloridrato de Paroxetina (particularmente de forma abrupta) pode provocar sintomas como vertigem, distúrbios sensoriais (inclusive parestesia, sensação de choque elétrico e zumbido), transtornos do sono (inclusive sonhos intensos), agitação ou ansiedade, náusea, cefaleia, tremor, confusão, diarreia e sudorese. Na maioria dos pacientes, esses eventos são de leves a moderados e autolimitados. Nenhum grupo particular de indivíduos apresentou aumento de risco desses sintomas; entretanto recomenda-se que, quando o tratamento com o Cloridrato de Paroxetina não for mais necessário, a descontinuação seja gradual e através da redução da dosagem.

 

REAÇÕES ADVERSAS OBSERVADAS EM ESTUDOS CLÍNICOS PEDIÁTRICOS

Em estudos clínicos pediátricos, os seguintes eventos adversos foram relatados em, no mínimo, 2% dos pacientes e ocorreram pelo menos duas vezes mais do que com placebo: labilidade emocional (que inclui automutilação, pensamento ou comportamento suicidas, choro e flutuação do humor), hostilidade, diminuição do apetite, tremor, sudorese, hipercinesia e agitação. Pensamento e/ou comportamento suicidas foram observados principalmente em estudos clínicos conduzidos com adolescentes com transtorno depressivo maior. Hostilidade foi observada particularmente em crianças com transtorno obsessivo-compulsivo e, especialmente, em crianças menores de 12 anos de idade.

Em estudos que utilizaram um regime de redução (ou seja, diminuição de 10 mg na dose diária, em intervalos semanais, até atingir 10 mg/dia, mantidos por uma semana), os sintomas observados durante a fase de redução ou com a descontinuação de Cloridrato de Paroxetina e que ocorrem em no mínimo 2% dos pacientes e pelo menos duas vezes mais que com placebo foram labilidade emocional, nervosismo, vertigem, náuseas e dores abdominais.

Em caso de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – Notivisa, disponível em portal.anvisa.gov.br/notivisa, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

 

BULA DO PACIENTE (Clique no botão):


Laboratório Geolab – MS 

Para obter informações adicionais ligue para Farmácia Total · Atendimento ao Cliente no (61) 3233-9706 ou no E-mail atendimento@farmaciatotal.com.br

Pague com
  • Mercado Pago
  • Mercado Pago
Selos

MBN Suprimentos em Saúde Ltda. ME - CNPJ: 21.689.389/0001-02 © Todos os direitos reservados. 2021

Utilizamos cookies para que você tenha a melhor experiência em nosso site. Para saber mais acesse nossa página de Política de Privacidade

A Farmácia Total segue as determinações da some text

MBN Suprimentos em Saúde Ltda ME | CNPJ: 21.689.389/0001-02 | Brasília – Distrito Federal | IE: 07.706.758/001-59 | AFE: 8.12300.2 e 2.08747.0 | RLE · Licença de Funcionamento / Sanitária: 53201981266.| Farmacêutica Responsável: Danúbia Maria Schneider, CRF 3224; | Endereço Sede: STRC 04, Conjunto F, Lote 18/20, Centro de Vivência, CEP: 71.225-540 | Horário de Funcionamento: Matriz - Segunda a Sexta das 08h00 às 18h00 | Site - 24 horas por dia.

As informações contidas neste site não devem ser usadas para automedicação e não substituem, em hipótese alguma, as orientações dadas pelo profissional da área médica. Somente o médico está apto a diagnosticar qualquer problema de saúde e prescrever o tratamento adequado. Ao persistirem os sintomas, um médico deverá ser consultado. Os preços e promoções divulgados no site são válidos apenas para compras feitas pela internet. Maiores esclarecimentos, consultar o site: www.anvisa.gov.br. A Farmácia Total trabalha com as tecnologias mais avançadas de proteção de dados, para que você possa realizar suas compras com tranqüilidade. A privacidade e a segurança dos clientes são compromissos da Farmácia Total. Todos os pedidos efetuados estão sujeitos à confirmação da disponibilidade de produto em nosso estoque.